Notíciais

Dicas do Ibitipoca, do parque ao Blues.

Ibitipoca realmente é um lugar mágico, comunidade receptiva e ótima gastronomia. Se for visitar a cidade, não deixe de ler nossas dicas.

Parque do Ibitipoca

Um paraíso de aguas coloridas, mas é preciso caminhar e bastante para conhecer. A entrada no parque custa R$ 20,00, o turista tem a opção de ir com o carro até um certo ponto, mas paga mais R$ 20,00 por isso.

 

Assista ao video do Parque Aqui.

Em dia de eventos, como o Ibitipoca Blues, está arriscado não conseguir entrar, pois o numero de visitantes é limitado, então nesses dias, vá bem cedo.

Existem várias trilhas e níveis de caminhada, até quem não curte fazer exercício pesado pode conhecer alguma coisa.


Gastronomia


Existe uma coisa que você deve e tem que provar, o pão de canela, faça melhor, leve de presente para familiares e amigos, eles vão adorar, custa R$ 4,00.

Os caldos são ótimos também, o que mais gostei foi o "Vaca atolada", apenas R$ 6,00 e por último, não deixe de provar os queijos, todos muito saborosos.


Ibitipoca Blues 2015


Fui ao festival esse ano, apesar de não contar com uma boa infraestrutura para tanta gente, é bem legal, o próprio site do festival pede desculpas por conta das filas para comprar chopp e alguns outros problemas, mas que não faz o evento perder o charme.


Assista ao video do Ibitipoca Blues 2015 aqui.

 

Para finalizar, deixo minha sugestão, vá a Ibitipoca! Se você já foi, deixe sua opinião nos comentários abaixo.


Até a próxima viagem!

 

Leia também:

Workshop para viajar bem e barato

Work Exchange – Uma opção para viajar bem barato

Viajar bem e barato para Los Angeles

Viajar bem e barato para Las Vegas

Viajar bem e barato para o Canadá

Viajar bem e barato para o Rio de Janeiro

Viajar bem e barato para Cartagena

Viajar bem e barato para o Chile

Viajar bem e barato para Miami

 

Viajar bem e barato para Petrópolis


© Circuito Livre - 2010. Todos os direitos reservados. Todo conteúdo é de inteira responsabilidade do Circuito Livre Desenvolvido por: Augusto Saggese